quarta-feira, 29 de julho de 2009

As meninas superpoderosas



Esqueça a Docinho, a Florzinha e a Lindinha. Tem menina de carne e osso que é superpoderosa e não sabe. Há muitas delas, e por toda parte. Elas não moram em Townsville, como no desenho da TV, mas em cidades de verdade. Na sua, por exemplo.

Essas meninas costumam ter seus superpoderes desenvolvidos ainda no ventre de suas mães. O poder original, iniciático, que lhes garante a super-resistência à rejeição, ao desamor, às tentativas de se livrar delas.

Meninas superpoderosas podem nascer em lares despedaçados, e mesmo assim se encantar com histórias de amor, príncipes e princesas, e sonhar serenamente com a sua vez. É o superpoder da esperança.

Pensem nas meninas que vendem seus cacarecos e seus chicletes nos semáforos, sob os olhos vigilantes de alguém bem mais velho na outra esquina. Além do evidente superpoder da invisibilidade, elas têm o da invulnerabilidade, que as protege dos acidentes. Elas também contam com o poder da não-indignação diante do constante, aceitável e familiar fechar dos vidros elétricos à sua frente.

Meninas superpoderosas têm o poder de sobreviver sem o mínimo de alimento, como se nutridas por alguma espécie de energia ou prece. E, mesmo assim, ainda conservam no olhar um brilho que não sabemos de onde vem.

Na outra ponta, longe do superpoder da imortalidade, estão as meninas que morrem de segunda a segunda e não ganham uma linha sequer no noticiário. O superpoder, neste caso, é justamente o de não nos causar comoção alguma.

Agora me diz: quem é que gostaria de ter superpoderes assim?

Meninas superpoderosas de verdade costumam viver a falta de amor-próprio e o excesso de amor aos outros, numa conta que não fecha nunca. Terminam por apresentar ao mundo seus bebês indesejados, repetindo e eternizando o ciclo de suas próprias origens. Essas meninas têm o superpoder de criá-los sozinhas, encerrando de vez e prematuramente suas infâncias já mal vividas. Precisam dar conta de um filho, quando ainda são tão filhas. São meninas que abrem mão de sua juventude em nome do pai e do filho. E talvez do espírito santo.

Meninas superpoderosas desafiam, além da gravidade, o descaso e a incredulidade, e promovem verdadeiros espetáculos em solos olímpicos. Há ainda as meninas com o raro superpoder de conquistar lugares nas universidades públicas, porque ultrapassam, em inteligência e raciocínio, os superpoderes financiados das outras meninas.

Pensando bem, ao menos numa coisa as meninas superpoderosas de carne e osso se parecem com as personagens do desenho animado. Ou a gente as assiste. Ou muda de canal.

Por Silmara Franco

terça-feira, 28 de julho de 2009

Há algum tempo a internet passou a ser pra mim um, estorvo, vamos disser assim. Tenho mania de em muitas vezes me sentir pequena, menor do que já sou. Vendo toda aquela alegria das pessoas, toda aquela beleza, aquela vontade de viver e ser feliz eternamente. Sei, porém, que em muitas vezes quem é feliz demais, acaba forçando uma felicidade. E a felicidade, o que seria? Hoje posso dizer com clara certeza: felicidade é o contentamento consigo mesmo, é aceitar-se, independente de onde você esteja e com quem você esteja, se faz chuva ou sol. É levantar a poeira mesmo quando tudo em volta é lama. É saber dar um basta no que não nos faz bem, e passar a usar isso a nosso favor. Agora eu consigo flexionar muito melhor as ferramentas que tenho em mãos: meus amigos, minha família, meus conhecidos, e também aqueles que não curto muito - pq a gente precisa de tudo isso pra sempre crescer.
Quanto minha infelicidade com a internet, bem, o jogo virou também. Tem um blog que curto muito acessar, que faz parte do Click RBS, é o blog Radaika e Fetter em vida de casal, onde eles contam várias coisas, desde família até profissão - pq eles trabalham juntos. Fico feliz em saber que o amor não está perdido. O deles, me ensina muita coisa. Enfim, ontem cliquei lá para ver as novidades e me surpreendi com um texto, escrito pelo Silmara Franco, do blog Fio da Meada, que é fantástico! Vou postar aqui, pois sei que se salvar só no pc ou pen drive, vou perder. Isso sim é o que devemos procurar fazer quando o tédio bater!

Brincadeira séria

Faz de conta: você acordou, ligou para o salão e marcou um horário. Na hora do almoço, foi lá e pediu: Corta bem curto. O cabeleireiro não acreditou no que ouvia. Afinal, seus quase cinquenta centímetros de cabelo sempre foram, na sua cabeça (literalmente), uma espécie de atestado da sua feminilidade. Mas agora eles teriam de ser curtos. Para que suas ideias ficassem longas. Ele colocou a mão um pouco abaixo do seu ombro: Mais ou menos aqui? Você segurou a mão dele, levou-a na altura da sua orelha, e disse: Tosa.

Depois você passou naquela loja onde tem uns vestidos moderninhos e coloridos. Você entrou e pediu aquele cor de laranja com borboletas, muito mais curto do que os que você costuma usar. Aproveitou e pediu a sapatilha da vitrine. Arrancou o seu terninho bege, sua camisa branca e seu escarpim marrom. Deixou tudo por lá mesmo, no provador. E quando a vendedora perguntou o que fazer com aquilo, você disse: Queima.

Quando você retornou ao trabalho, uma hora depois do horário de costume, com aquele vestidinho e com os cabelos daquele jeito, a roda em torno de você foi se formando. Uns, animadíssimos. Outros, nem tanto. Alguns reprovaram. Como as coisas já não andavam muito bem por ali, sua chefe lhe chamou no final do dia para conversar, e avisou que as coisas não poderiam continuar daquele jeito, ou ela teria que substituir você. E você disse: Substitui.

Saindo de lá deu vontade de jantar naquele bistrô aonde você acha que só deveria ir no dia do seu aniversário ou outra data importante. Você mal encostou seu carro e já veio o dono da rua, dizendo que eram dez pratas para parar ali. E, como você não deu bola, o homem começou aquela conversinha surrada dizendo, na entrelinha da entrelinha, que um eventual não-pagamento antecipado incorreria em riscos indesejáveis na pintura do seu bólido. Você pegou o celular, digitou três números, mostrou o visor para o homem e, já com o dedo na tecla “ligar”, disse: Risca.

Faz de conta que você chegou em casa e sua filha de dezessete anos estava na sala com o namorado. Você teve que contar de novo a história daquele vestido e daquele cabelo e, como chovia, sua filha sondou se o rapaz poderia dormir ali. E, enquanto jogava no lixo aquela agendinha que você só usava no trabalho, você disse: Pode.

Quando se deitou para dormir, aquele anjo que costuma vir conversar com você antes do sono se empoleirou na cabeceira da sua cama. Elogiou o cabelo, o vestido, a decisão no trabalho, o presente de não-aniversário, o chega-pra-lá no dono da rua, a atitude com a filha. Só por curiosidade, perguntou que bicho havia mordido você. E você, se ajeitando no travesseiro e já desligando o abajur, disse: Nenhum.

No dia seguinte, vendo que eram dez da manhã e você ainda não havia se levantado, sua filha entrou no quarto, vocês conversaram e no final ela perguntou como é que vocês viveriam dali para frente. Com certa ironia, ela arriscou dizer que com as bolsas e os badulaques que você produzia e vendia nos finais de semana é que não seria. E você disse: Sim.

À tarde, você procurou o dono daquele galpão que você havia visto para alugar, perfeito para uma oficina, e fez uma oferta. O homem coçou a cabeça, pediu um pouquinho mais, e você disse: Fechado.

À noitinha, você foi até a casa dos seus avós, assim, de surpresa. E, de surpresa, você os beijou. E quando eles perguntaram o que era aquilo, você disse: Amor.

Faz de conta que foi assim. Faz de conta que foi desse jeito que você virou a mesa. Que resolveu não perder mais tempo, fazer o que gosta e ser do jeito que você, só você, acha que fica mais bonita.

Faz de conta que você morreu. E que alguém lhe deu a oportunidade de voltar para um terceiro tempo.

Então. Agora vai lá e faz tudo de verdade.
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Fantástico, né?
Então, vamos virar a mesa também?

domingo, 26 de julho de 2009

Passos para o perdão

Segundo um site que acabei acessar, esses são alguns passos para quem, como eu, tem problema em perdoar - a si mesmo, obviamente.

- Saiba exatamente como você se sente sobre o que aconteceu. Aprenda a articular sobre o que não está bem na situação. Então, conte para duas pessoas confiáveis a sua experiência.

- Comprometa-se consigo mesmo a fazer o que for possível para se sentir melhor. Perdão é para você e ninguém mais.

- Perdão não significa reconciliação com a pessoa que o aborreceu ou uma compensação. O que você busca é a paz. O perdão pode ser definido como a "paz e a compreensão que vem de culpar menos aquilo que o machucou, tomar a experiência de vida de forma menos pessoal e mudar seu histórico de sofrimento, desgosto e injustiça".

- Escolha a melhor perspectiva sobre o que lhe acontece. Reconheça que sua principal agonia vem de sentimentos, pensamentos e preocupações que o afligem agora, e não daquilo que o ofendeu ou feriu há dois minutos ou dez anos.

- No momento em que se sentir preocupado pratique uma técnica simples de gerenciamento de estresse para acalmar o vôo do pensamento ou a resposta do corpo.

- Desista de esperar atitudes das outras pessoas, se eles não escolheram realizá-las. Reconheça quando você impõe as regras de como você e outras pessoas devem se comportar, mesmo que esses procedimentos não correspondam à realidade imaginada pelos outros. Lembre-se que você pode esperar de si mesmo saúde, amor, amizade e prosperidade e trabalhar duro para consegui-las.

- Gaste sua energia em procurar outra forma de chegar a seus objetivos, que vá além da experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente suas feridas, procure outras maneiras de chegar onde você quer.

- Lembre-se que uma vida bem vivida é a melhor vingança. Em vez de focar em seus sentimentos machucados e atribuir um grande poder à pessoa que causou essa dor, aprenda a olhar para o amor, a beleza, a gentileza ao seu redor.

- Mude o mote da sua história de rancor para heroísmo ao se lembrar da sua escolha por perdoar e seguir adiante com uma vida plena.

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Enfatizei alguns parágrafos por que achei bem necessário. Vou até imprimir isso, de tão útil que achei. Sabe, é difícil de confessar que não conheço pessoas capazes de me dizer isso, tão claramente. As pessoas sabem o que fazer para melhorar a si mesmo e o grupo social, só não fazem de tolas que são. Prometo melhorar para poder mostrar as essas pessoas mesquinhas o quão exageradas elas são. Até por que ninguém está livre de uma crise existencial. ;)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ou vai ou raxa

Era sempre em dia de semana, e pela manhã, mais específico antes das 9 horas. Era assim que atualizava meu blog. As férias chegaram, e as novidades graças ao bom Pai não param. É bom atualizar meu guarda-memória-futuro.

Com o tempo de sobra, não se tem o que fazer, a não ser pensar.
Pensar sobre como anda a vida, pensar besteira, pensar nos planos, pensar sobre si mesmo. Eu, pessoa muito alto astral que sou, acabo sempre ficando triste comigo mesma. Triste por não tomar a mesma coragem que outras amigas. Coragem pra mudar de cidade, de rotina, de endereço, até de personalidade (não que eu esteja insatisfeita com a minha). É que sabe, é tudo sempre igual. Parece que as pessoas que tem conheceram antigamente sempre vão te ver como tu era, não como tu é. E pra quem já não tem tanta capacidade de convencer as pessoas de que você realmente cresceu, isso parece não ter outra alternativa a não ser a de sumir por um tempo, deixar elas perceberem isso, e voltar. É ruim até pra gente mesmo, eu sei, mas não vejo meu desejo de querer me afastar desse mundinho, por um tempo, como uma forma de crescimento pessoal (também, é lógico), mas estou precisando que as pessoas me vejam com outros olhos, e me sinto muito sem potencial pra fazer isso sem sumir. É covardia enganar a si mesmo, como estou fazendo. Fingir que minha vida "nunca esteve melhor, obrigada" é terrivelmente cruel. As pouquissimas pessoas que me conhecem de verdade já estão vendo que meu olhar já não brilha como antes. Preciso ficar longe do meu passado. Mas como? Dizendo simplismente "olha, to indo viajar sem data de voltar" não dá. Quero construir um futuro ao lado de gente nova, independente se tiverem a mesma intenção que as pessoas daqui. Eu preciso acordar e ver que o teto que me cobre não é o mesmo que cobria os meus sonhos infantis de 10 anos atras. Gostaria muito de ver que posso sim lutar pelos meus sonhos, mesmo que não se realizem. Mas ao menos não vou ter o desgosto de nunca ter tentado pra ver se era mesmo o correto.
O cara lá de cima sabe o que faz, sempre. Meu destino já foi traçado, e estou louca pra saber como vai ser daqui dois anos, ou dois meses. Se for pra ver meu passado fechar as portas ou pra ver que a mudança daqui vai ser das grandes, vou entender como um "sim menina, segue tua vontade que eu te acompanho". Caso contrário não era pra ser. Quando tiver um posicionamento firme quanto a este assunto, venho e comunico. Agora eu fico na espectativa, pra ver o que vai rolar.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Deixemos de lado o egocentrismo

Esperei uma leve calmaria dos noticiários a respeito da morte de Michael Jackson para postar aqui uma visão que não é minha, porém que concordo em pontos. O texto é de Regis Tadeu e foi retirado do Yahoo! Brasil. Dentre tantas críticas e notícias expostas na mídia, não pude deixar de notar que o que esse cara falou é a mais pura realidade, e que, o valor de uma morta precoce é muito maior do que o valor de se chegar a "melhor idade".

"Deixemos de lado as lágrimas hipócritas" por Regis Tadeu

Vamos lá, faça uma autocrítica e não esconda sequer uma ponta de morbidez: quantas vezes você não se pegou ridicularizando a figura do cara, suas esquisitices, seu gosto pelo bizarro, seu "nariz de massinha", sua brancura artificial e o diabo a quatro?
A maioria dos admiradores - e não os fãs patéticos, que agora estão se desmanchando em choros convulsivos, que não foram trabalhar porque estão deprimidos com a morte de seu ídolo - sabe que a importância de Jackson para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, permitindo que diretores levassem suas ousadias a extremos em termos de efeitos especiais que só foram utilizados pelo cinema alguns anos depois é mais do que digna de aplausos. Isso sem contar a qualidade que ele apresentou em alguns de seus discos, como Off the Wall, o melhor de todos - não, Thriller foi o seu trabalho mais famoso, mas não o melhor em termos musicais.
Mas para quem lida com música de uma maneira séria e racional, a pergunta neste exato momento é: por que ele não foi talentoso o suficiente para apagar o fracasso de seus últimos discos, principalmente do horrível e pretensioso Invencible? Por que ele não fez como todo mundo que se presta a construir uma carreira musical sólida em termos de qualidade até os dias de hoje, como fazem Paul McCartney, David Bowie e Bruce Springsteen?
A resposta é muito simples: porque faltou a Jackson aquela centelha da genialidade musical que o acompanhou desde os tempos de Jackson 5 até o lançamento de Thriller, a mesma centelha que foi capengando e diminuindo gradativamente até o punhado de canções razoáveis que ele reuniu no irregular Dangerous. A partir de um determinado momento de sua conturbada vida, a música perdeu a importância. Jackson acreditou que seria eternamente adorado independente do que fizesse. E isso é uma sentença de morte - artística e até mesmo pessoal - para quem viveu a música com tamanha intensidade.
Como não conseguia mais apresentar algum traço de criatividade, Jackson recorreu a factóides estapafúrdios, como a "agenda dos 50 shows" em Londres - chego a dar risadas quando encontro com alguém que realmente acreditou que ele faria tal pataquada -, mas isso pouco importa agora.
Michael Jackson está morto. Fisicamente. Porque, em termos artísticos, nos últimos quinze anos ele foi apenas um zumbi do qual todo mundo ria e tirava sarro. E são essas pessoas que hoje se mostram comovidas com o seu falecimento.
Mundo estranho este, não? Pense nisso...
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Não pude deixar de notar em outros post's que ele fez, que grande parte dos leitores não concordou, talvez pelo fato de estarem vislumbrados com a morte de Michael. Não concordo em tudo que ele falou, e também acho desnecessário os comentários dos leitores. O motivo? Ele disse que estava cansado de ver os noticiários contando a vida sofrida do astro milhares de vezes. Tudo bem, pra ele que se considera um crítico expert em música, pode até ser. Mas e para a nova juventude? E pras pessoas que não chegaram a acompanhar tudo isso e não conheciam bem a história dele? Acho que sim, vale ser lembrada várias e várias vezes. Ele fez e aconteceu, é merecedor de homenagens grandiosas - digo a de passar a história adiante, não a de uma estátua qualquer colocado no morro santa marta no Rio de Janeiro. E o porque acho desnecessário os comentários? Por que cada um tem o direito de manifestar a sua opinião, e nada melhor do que ser pago para fazer tal colocação. Está certo, é fácil falarmos dos outros bem quando não vivemos as dificuldades e traumas que as outras pessoas viveram. Agora é preciso cautela, pois a mídia de hoje infelizmente influencia muitas pessoas, por preguiça de cada um usar sua balança mental.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

rosa de saron

ele diz:
Se tudo está certo mesmo assim
A incerteza existe
Se existe a pureza mesmo assim
Há falta da inocência
Se tudo é alegria mesmo assim
Alguém sempre chora
Se existe a esperança muita gente não espera

ele diz:
mt show a letra

ana diz:
vou postar isso

ele diz:
posta a letra toda, oh

ele diz:
Como eu não sei tentei encontrar
Ontem havia sentido, hoje não há
Tudo parece estranho como se fosse outro lugar
Minh'alma padece em vão e a dor não para

Se tudo está certo mesmo assim
A incerteza existe
Se existe a pureza mesmo assim
Há falta da inocência
Se existe alegria mesmo assim
Alguém sempre chora
Se existe a esperança muita gente não espera

Quando olho a vida não posso entender
Entre choros e sorrisos, não há como escolher
Os meus sonhos estão cercados, por arames farpados
Preciso que tua voz esteja ao meu lado

Se tudo está certo mesmo assim
A incerteza existe
Se existe a pureza mesmo assim
Há falta da inocência
Se tudo é alegria mesmo assim
Alguém sempre chora
Se existe a esperança muita gente não espera

ana diz:
obrigada (:

ele diz:
de nada


sugestão dele, então tá aí.

Disco rock

Ela não pensou, não acreditou
Foi ciúme sim
E ele se calou, não quis magoar
Seu coração
A vida seguiu, o tempo passou
E era tão normal
E ele prometeu, ela perdoou
Mas nada foi igual

E ela foi embora
Ela não vai voltar
Ele não acreditou no fim
E o amor foi se apagando assim
Mas ele não chora
E diz: o tempo vai curar
Ela não acreditou no fim
E o amor foi se apagando assim


______ Papas da língua | ;)

Não quero saber, nem vi.

Não vai adiantar espalhar pistas por aí. Não vai adiantar aparecer na esperança de que eu procure por coisas que não me interessam mais.
Risadas de internet não me levam a lugar algum.


"Não ouse ostentar sua felicidade, pois a qualquer domingo, eu posso bater na sua porta levando tristeza."