Eu sei, tinha prometido que voltaria, e não cumpri. Eu sei, eu sei. Não venho cumprindo boa parte das minhas promessas nos últimos tempos, mas não vem ao caso. O fato é que eu tenho que entender que isso é única e simplismente pro meu próprio bem.
Hoje me deu vontade de escrever, só não sei exatamente o que falar. Pensamentos vagos, distantes. Fui pra BA e esqueci de trazer minha mente de voltar. Que coisa boa é lá, minha nossa!
Ah, sei lá, não vou forçar palavras. Encerro por aqui, talvez volte a noite.
kiss
domingo, 22 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A caminhada começa
Eu sei, prometi coisas que não pude cumprir. Disse que mudaria, que usaria outras cores e sentiria novos sabores e teria outras intenções, porém não foi bem isso que aconteceu. Disse a mim mesma, inclusive, que voltaria aqui mais viva, e multicolorida. Como pode-se perceber, não é bem este o rumo a minha via tomou. Caí de um penhasco gigantesco, onde não via fim - talvez ainda não veja. Estou parada. Não na estaca zero, mas talvez na menos cinco, já que a esperança eu ainda não perdi.
Sim, continuo com milhares de manias, a de conotar é uma delas - devo parar com isso. Eu não sei, não sei mesmo. Ao mesmo tempo que eu quero, eu não quero. Essa instabilidade é que me sufoca, que me faz o que sou. É esse meu jeito que não quer descolar de mim nem a tapa. Durante o tempo que estive longe daqui, eu fiz muita coisa pra melhorar, muita mesmo. Mas parece que quando está indo pra frente, dando certo, vem algo e me puxa para trás. Sei lá, não quero mais procurar entender o que está acontecendo comigo, quero soluções, pq de teorias eu já to cheia.
Apartir de hoje vou publicar todas os passos que irei dar, que é pra futuramente escrever um livro, como fez aquela ex prostituta - brincadeirinha!
Quem quiser embarcar comigo nessa, seja bem vindo. E quem quiser opinar, meu antencipado voto de agradecimento.
Até mais breve!
Sim, continuo com milhares de manias, a de conotar é uma delas - devo parar com isso. Eu não sei, não sei mesmo. Ao mesmo tempo que eu quero, eu não quero. Essa instabilidade é que me sufoca, que me faz o que sou. É esse meu jeito que não quer descolar de mim nem a tapa. Durante o tempo que estive longe daqui, eu fiz muita coisa pra melhorar, muita mesmo. Mas parece que quando está indo pra frente, dando certo, vem algo e me puxa para trás. Sei lá, não quero mais procurar entender o que está acontecendo comigo, quero soluções, pq de teorias eu já to cheia.
Apartir de hoje vou publicar todas os passos que irei dar, que é pra futuramente escrever um livro, como fez aquela ex prostituta - brincadeirinha!
Quem quiser embarcar comigo nessa, seja bem vindo. E quem quiser opinar, meu antencipado voto de agradecimento.
Até mais breve!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
De novo, de velho.
O início de um reinício. Isso é confuso pra mim. Porém é assim que as coisas estão acontecendo na minha vida agora. Pode ser que seja pra muitas outras pessoas também, pelo fato de ser início de um novo ano. Um ano dez, não só pelo fato de completar a primeira década de um novo milênio, mas pela positividade que contagiou grande parte da população minúscula daqui.
Voltando a falar em reinício, para ser bem sincera, eu lembrei que tinha um blog ontem. Pensei em postar, mas já tava tarde e eu fiquei sem clima. Agora voltou a vontade de uma possível continuação com o blog. Talvez o que me falte seja um alguém pra me motivar a continuar as minhas coisas, que antes, eram simples e vinham naturalmente a mente. Mas eu não tenho motivação alheia pra continuar com o blog, com as minhas fotos, meu palco e meu circo. E por um motivo muito simples: eu não quero. Não quero me expor tanto pras pessoas. Eu posso assustar às vezes. Se bem que estou assustando com menos frequência nos últimos tempos, é verdade. Porém não vem ao caso, conto isso numa outra oportunidade, se houve.
O engraçado é que parece que tudo parou e mudou. Me tornei uma pessoa intocável não só pra outras pessoas, mas também pra muitas coisas. Agora parece estar diferente, mas a sensação de estar certa antes era maior. Eu to enrolando, enrolando, só pra dizer que sim, estou sentindo que ando sozinha demais. Me disseram esses dias que meu isolamento se ocasionou por eu mesma querer isso, que me tornei o que sou por mérito meu – concordo em partes. Me disseram inclusive que se as pessoas se distanciavam de mim, a culpa era minha. E quer saber o que eu disse? “Dependendo de quem, eu até prefiro que se isole”. É bem provável que essa pessoa passou a me odiar depois disso, mas pra mim é assim.
Nossa, ta tudo muito louco. Acho que esqueci até de como se escreve um texto. Dá pra entender? Não? Ótimo, eu entendendo é o que vale. Entendo as minhas vontades, mas não as minhas necessidades, que por sinal merecem uma atenção a partir de agora. Estou me arriscando demais. Colocando minha criatividade no lixo, meu convívio social pro espaço, meus hábitos saudáveis pro sótão, e meus sentimentos puros lá abaixo de todas outras coisas. Estou arriscando inclusive o meu emprego, por estar escrevendo isso no computador do trabalho. Mas meus deveres pras férias já estão concluídos, viu galera da informática? É hora de por em questão o que eu penso, não o que os outros acham o que é melhor. E o que eu acho, do fundo do meu coração, não tem nada haver com o que eu vivo hoje. E tá muito, muito longe dessas pessoas mesquinhas acharem que podem. Quem acha o que pode ou não sou eu, o que conta é o que eu estou vivendo, não o que vou ter. Viver é dizer sim pra vida. É seguir o coração, por mais distante que ele possa nos levar. E eu vou, mesmo que para isso eu tenha que esquecer como é que se volta pra casa.
Au revoir.
Voltando a falar em reinício, para ser bem sincera, eu lembrei que tinha um blog ontem. Pensei em postar, mas já tava tarde e eu fiquei sem clima. Agora voltou a vontade de uma possível continuação com o blog. Talvez o que me falte seja um alguém pra me motivar a continuar as minhas coisas, que antes, eram simples e vinham naturalmente a mente. Mas eu não tenho motivação alheia pra continuar com o blog, com as minhas fotos, meu palco e meu circo. E por um motivo muito simples: eu não quero. Não quero me expor tanto pras pessoas. Eu posso assustar às vezes. Se bem que estou assustando com menos frequência nos últimos tempos, é verdade. Porém não vem ao caso, conto isso numa outra oportunidade, se houve.
O engraçado é que parece que tudo parou e mudou. Me tornei uma pessoa intocável não só pra outras pessoas, mas também pra muitas coisas. Agora parece estar diferente, mas a sensação de estar certa antes era maior. Eu to enrolando, enrolando, só pra dizer que sim, estou sentindo que ando sozinha demais. Me disseram esses dias que meu isolamento se ocasionou por eu mesma querer isso, que me tornei o que sou por mérito meu – concordo em partes. Me disseram inclusive que se as pessoas se distanciavam de mim, a culpa era minha. E quer saber o que eu disse? “Dependendo de quem, eu até prefiro que se isole”. É bem provável que essa pessoa passou a me odiar depois disso, mas pra mim é assim.
Nossa, ta tudo muito louco. Acho que esqueci até de como se escreve um texto. Dá pra entender? Não? Ótimo, eu entendendo é o que vale. Entendo as minhas vontades, mas não as minhas necessidades, que por sinal merecem uma atenção a partir de agora. Estou me arriscando demais. Colocando minha criatividade no lixo, meu convívio social pro espaço, meus hábitos saudáveis pro sótão, e meus sentimentos puros lá abaixo de todas outras coisas. Estou arriscando inclusive o meu emprego, por estar escrevendo isso no computador do trabalho. Mas meus deveres pras férias já estão concluídos, viu galera da informática? É hora de por em questão o que eu penso, não o que os outros acham o que é melhor. E o que eu acho, do fundo do meu coração, não tem nada haver com o que eu vivo hoje. E tá muito, muito longe dessas pessoas mesquinhas acharem que podem. Quem acha o que pode ou não sou eu, o que conta é o que eu estou vivendo, não o que vou ter. Viver é dizer sim pra vida. É seguir o coração, por mais distante que ele possa nos levar. E eu vou, mesmo que para isso eu tenha que esquecer como é que se volta pra casa.
Au revoir.
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